Masculinidade – Parte 01

A masculinidade está sob ataque de todos os lados há décadas. Você cresceu e vive em uma sociedade que te ensinou que a masculinidade é a doença e a feminilidade é a cura. Desde os shows de televisão, filmes, seus pais, a pedagogia na escola, tudo na nossa cultura ocidental no século XXI foi feito para atacar a masculinidade convencional, retratando ela como patética ou perigosa. A forma como você enxerga ou deixa de enxergar a masculinidade é condicionada por várias mentiras propagadas pelo imperativo feminino. Vamos demolir essas mentiras aqui.

Pensa num pai de família. Homer Simpson, Peter Griffin, perdedores otários que tem sorte que suas belas e brilhantes esposas os toleram. Toda essa conversa de masculinidade tóxica gerando violência. Masculinidade é estoicismo, controle emocional, agir da forma correta independentemente de como você se sente. O que é tóxico é a falta de masculinidade. Sem ela os homens se tornam bebês que abandonam toda a responsabilidade pela sua própria situação e monstros que não controlam seu ódio resultante da falta dessa responsabilidade. Todo garoto que levou uma arma para escola e matou os coleguinhas não assumiu responsabilidade pelo próprio fracasso com as mulheres e nem controlou sua raiva.

               A masculinidade convencional é taxada de tóxica, chauvinismo e machismo e é exigido de você que a abandone em prol de uma ideologia de suposto equalismo igualitário. Recusar-se a dobrar o joelho diante de tal narrativa e beijar o anel do imperativo feminino faz de você a pior pessoa da história e um pária, impróprio para integrar a civilização respeitada.

               A primeira mentira é de que a masculinidade é “frágil”. Se você digitar masculinidade no google os dois termos complementares que vão aparecer serão “frágil” e “tóxica”. Essa ideia de que a masculinidade seria frágil é proveniente da ideia maior de que a masculinidade não passa de uma máscara que os homens usam. Durante toda a história foi evidente e senso comum de que homens eram homens e mulheres eram mulheres, mas nos tempos atuais a narrativa correta é que todos somos mulheres e a masculinidade não passa de uma máscara que os homens vestem.

               A ideia é que ser masculino é patético, frágil e errado e a solução é ser mais feminino. Não chorar, manter suas emoções sob controle e agir da forma correta como a situação exige, ou seja, estoicismo, é pintado como tóxico. Enquanto que chorar como uma garotinha e reclamar é a suposta reação saudável que os homens deveriam adotar.

               A masculinidade conquistou o mundo, construiu a civilização e a mantém todos os dias. Mas de repente devemos acreditar que tudo isso deve ser abandonado em prol de ser uma vadiazinha e que isso vai ser bom para a sociedade de alguma forma.

               Dentro dessa grande mentira é feito um truque muito malandro. O imperativo feminino convenceu vários “homens” – Realmente eles são uma geração de garotos perdidos – por ai que mostrar vulnerabilidade é alguma forma de força. De novo, os homens devem supostamente negar o masculino e se identificar com o feminino. Em vez de ser estoico e forte ele deve chorar em público e dizer que “também tem sentimentos”. E o imperativo feminino vende a ideia de que revelar vulnerabilidade – Ou seja, negar o masculino e se identificar com o feminino – é uma estratégia eficaz para obter acesso sexual. Isso é obviamente mais uma mentira. As mulheres já são mulheres e querem – Como sempre quiseram e sempre vão querer – um homem masculino. As mulheres perdem o controle, são desequilibradas, choram e fazem uma bagunça. O homem delas por outro lado é grande, forte, estoico e serve como a rocha contra a tempestade. Homens e mulheres são complementares, não iguais.

               Mostrar a sua vulnerabilidade não tem absolutamente nada a ver com força. Mostrar suas vulnerabilidades tem a ver com submissão. É o que os cachorros fazem quando desejam mostrar submissão, viram e mostram a barriga, sua maior vulnerabilidade. Os medos e fraquezas de um homem devem ficar entre ele e Deus, ou o silêncio da indiferença do universo, caso você seja ateu. Mostrar fraqueza, vulnerabilidade e chorar é coisa de mulher e de criança. Isso pois mulheres e crianças tem valor por sí mesmos. Homens só valem aquilo que são capazes de prover. Mulheres são seres humanos. Homens são fazeres humanos e jamais são amados incondicionalmente. Quando mulheres e crianças choram eles recebem ajuda. Quando um marmanjo crescido chora ele recebe o que ele merece: Desprezo, nojo e talvez violência. Os tubarões vem quando há sangue na água. Foda-se entrar um contato com o seu lado feminino. Isso nem existe. Existem homens e mulheres. Você é um homem. Comece a se comportar como um.

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